Can Dündar
Columnist · 65 anos
Perfil
| Idade | 65 anos |
|---|---|
| Data de nascimento | 16 de junho de 1961 |
| Local de nascimento | Ankara |
| Profissão | Columnist, Journalist, Documentarian, Screenwriter |
| Zodiac sign | Gemini |
Can Dündar — Biografia
Can Dündar (n. 16 de junho de 1961, Ancara) é um pesquisador, jornalista, colunista e documentarista turco.
Ficou conhecido por seus documentários sobre a história recente, a política e a cultura popular da Turquia, além de reportagens que causaram grande repercussão na opinião pública do país. Em 2015, foi condenado à prisão por publicar a reportagem "As armas que Erdoğan diz que não existem", que revelou que o Serviço Nacional de Inteligência (MİT) enviava munição militar a grupos jihadistas sírios. Desde 2016, vive exilado na Alemanha.
Considerado um dos nomes mais destacados da mídia turca, Dündar produziu, ao longo de sua carreira, inúmeros programas e documentários para diversos canais de televisão privados, além de publicar mais de 20 livros. O jornalista chamou a atenção do grande público em 1993 com o documentário Sarı Zeybek, sobre os últimos 300 dias de Mustafa Kemal Atatürk. Em 1998, gerou grande repercussão com reportagens sobre o Acidente de Susurluk.
Em fevereiro de 2015, Dündar tornou-se editor-chefe do jornal Cumhuriyet. Nesse jornal, publicou em 29 de maio de 2015, sob sua própria assinatura, a reportagem sobre as armas nos caminhões do MİT, que causou grande repercussão, motivo pelo qual foi preso e julgado em novembro de 2015. Absolvido das acusações de espionagem e de tentativa de derrubar o governo, Dündar foi condenado a 27 anos e 6 meses de prisão por obter e divulgar documentos secretos do Estado. Julgado em liberdade, o jornalista foi para a Alemanha enquanto o processo estava em fase de recurso. Em 31 de outubro de 2016, foi emitido um mandado de prisão contra ele, e, a partir de 31 de dezembro de 2022, foi incluído na categoria cinza da lista de "terroristas procurados" divulgada pelo Ministério do Interior.
O jornalista, que continua vivendo na Alemanha e já recebeu diversos prêmios na área de liberdade de imprensa, esteve entre os indicados ao Prêmio Nobel da Paz em 2017.
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