O Homem Que Vendeu a Sua Pele (The Man Who Sold His Skin) (traduzido)
O Homem Que Vendeu a Sua Pele é um filme de coprodução internacional de 2020 dirigido e escrito por Kaouther Ben Hania. O filme, que oscila entre o drama e a comédia sombria, tem como países coprodutores a Tunísia, a França, a Alemanha, a Bélgica, a Suécia, a Turquia e o Chipre; e conta com diálogos em árabe, inglês, francês, flamengo e catalão.
O ponto de partida da história é a obra de arte viva Tim (2006), do artista contemporâneo belga Wim Delvoye, que por sua vez é inspirada no conto "A Pele", de Roald Dahl, de 1952. No filme, Sam e Abeer, noivos em Raqqa, são separados pela guerra civil síria. Sam refugia-se no Líbano, enquanto Abeer é forçada pela família a casar-se com um homem mais rico e a mudar-se para Bruxelas. Em busca de dinheiro e documentos para atravessar para a Europa e reencontrá-la, Sam concorda em ter um visto Schengen tatuado nas costas por um dos artistas contemporâneos mais controversos do Ocidente. Assim, seu corpo torna-se uma obra de arte viva, exposta em um museu; Sam acabará por perceber que não vendeu apenas a sua pele.
O elenco principal inclui Yahya Mahayni como Sam Ali, Dea Liane como Abeer, Koen De Bouw como o artista Jeffrey Godefroi e Monica Bellucci como a negociante de arte Soraya Waldy. O filme estreou na seção Horizontes do 77º Festival de Cinema de Veneza, onde Yahya Mahayni ganhou o prêmio de Melhor Ator. A produção foi selecionada como a representante da Tunísia para o Oscar de Melhor Filme Internacional na 93ª edição do prêmio e recebeu uma indicação ao Oscar nessa categoria em março de 2021.
| Diretor | Kaouther Ben Hania |
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