Flavia, a herege (Flavia, la monaca musulmana) (traduzido)
Flavia the Heretic, cujo título original é Flavia, la monaca musulmana ("Flavia, a freira muçulmana"), é uma coprodução ítalo-francesa de 1974 dirigida por Gianfranco Mingozzi. O filme é incluído no polêmico movimento "nunsploitation" dos anos 1970, ou seja, é um exemplo de cinema de exploração que trata os temas de convento e freiras por meio de erotismo e violência. Mas a produção também tem elementos de crítica social. O filme, de cerca de 100 minutos, foi rodado em italiano e exibido com nomes diferentes conforme o país: na Alemanha, Castigata – Die Gezüchtigte e Die Nonne und der Freibeuter; na França, Flavia la défroquée; na Espanha, La novicia musulmana.
A história se passa na região da Apúlia, no sul da Itália, tendo ao fundo acontecimentos que lembram a campanha otomana de Otranto. No centro está Flavia, uma jovem freira que não aceita o papel que lhe foi destinado nem a opressão que vive. Ela se revolta contra a ordem dominada pelos homens; sua busca por liberdade e justiça a aproxima das fileiras do exército islâmico. Sua revolta, porém, logo se transforma numa espiral de violência. O papel principal é de Florinda Bolkan; o elenco inclui também María Casarès, Anthony Higgins, Claudio Cassinelli e Guido Celano.
O roteiro foi escrito por Mingozzi com Raniero Di Giovanbattista; o filme se baseia em motivos inspirados na campanha de Otranto.
| Diretor | Gianfranco Mingozzi |
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Elenco
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Guido Celano
Maria Casarès
Florinda Bolkan
Claudio Cassinelli
Spiros Focás
Luigi Antonio Guerra
Ciro Ippolito
Anthony Higgins
Laura De Marchi
Diego Michelotti
Carla Mancini
Valentino Macchi
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